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Arquivo para a categoria ‘Educação Financeira’

Boa noite..me chamo Janaina e estou sem usar cartões de crédito há 04 meses!!!

É isso mesmo!!!! Além de estar de volta para compartilhar com vcs um pouco de cultura financeira de qualidade (que o diga nossos amigos Guilherme do Valores Reais [q ñ deixei de ler se quer um dia]; Jônatas do Blog Efetividade [AAMOOO]; Clube do Pai Rico, entre outros) e tbm estou de volta para contar que agora SIM estou livre…desacorrentada das algemas que OS vários cartões de crédito que eu tinha me faziam ser a eles.

Nesta ultima quinta-feira cancelei os derradeiros que faltavam e que hoje já não fazem mais esta FALTA para mim…Ahhh!!! Como é bom me sentir LIVRE… :)

E o titulo do nosso post não podia ser melhor intencionado: Ainda estou no processo de recuperação, até porque foram anos e meses para que um dia eu tomasse vergonha na cara a decisão de somente trabalhar com apenas a grana que eu tivesse na mão.. E não é que está dando certo?!!!rsrs..

Confesso que foi depois de um susto.. e muita ajuda de meu esposo…Detalhe: nestes ultimos 04 meses temos conversado muito mais sobre finanças do que nos nosso 04 anos e meio de casados…SSSIIIMMMMM… pasmem… nunca haviamos falado e levado tão a serio nossas finanças… Que saudades dos nossos amigos Julian e Naê do Nossa Vida Nosso Bolso… Como será que estão?..

Li tanta coisa nesse período que andei sem falar c/ vcs… Tantos planos que estão enfim se concretizando…

Depois ainda conto pra vc!!

Abraços

Entrevista | Feira Educar 2011

Olá pessoal do blog!

 Esta semana recebi um contato do pessoal da revista Nova da editora Abril para falar sobre perfis de investimentos. Tão logo tenha novidades posto pra vcs aqui esta oportunidade!

Importante passar pra vcs também a 18º Feira Internacional  Educar que acontecerá aqui na cidade de São Paulo, no Centro de Exposições Imigrantes, de 18 a 21 de maio. Nesta feira será lançado pelo Instituto DSOP uma coleção especialmente formulada para a educação financeira p/ o Ensino Básico.

Aqui você pode conferir toda a programação deste lançamento que promete levar as nossas crianças conceitos básicos de economia, qualidade de vida e realizações de sonhos.

Até mais.

Você sabe o que um yield?

05/05/2011 1 comentário

Este mês estou  lendo o livro do Paulo Portinho “Quanto custa ficar Rico?” e um dos capíulos que me chamou a atenção diz respeito ao termo [novo para mim] chamado yield (pronuncia-se “íud”). Este livro é muito prático, apresenta conceitos muitos interessantes e importantes para as finanças pessoais e trouxe aqui para nosso blog para entendermos um pouco sobre o termo.

Segundo o autor, Yield é o retorno percentual EM DINHEIRO que um ativo proporciona em determinado período de tempo. A definição trivial diz que o yield é a taxa de retorno de um investimento. Só tem yield o que é remunerado em dinheiro, então o autor esclarece que o aumento da cotaçao das ações, a valorização dos imoveis, o ajuste no principal dos fundos de renda fixa etc. não configuram yield.

Para o investidor, olhar os ativos dessa forma é uma importante abordagem, principalmente para aqueles que, em um determinado momento da vida, vivem da renda que extraem  desses ativos. Seguem alguns exemplos que Portinho deixa para explicitar o assunto:

Qual é o yield do seu automóvel?

Zero! Apesar do valor do seu automóvel entrar como ativo na sua DIRPF, não gera qualquer remuneração em dinheiro.

Qual é o yield de sua carteira de ações?

pegue o quanto recebeu de dinheiro no ano, proveniente de dividendos e juros sobre o capital próprio, e compare com o quanto as ações valiam em 31 de dezembro do ano anterior à medição. Deu, por exemplo, R$3.000,00 para um patrimonio de R$90.000,00? Então o yield foi de 3% ao ano.

O conceito de yield é extremamente importante para guiar a percepção do investidor. Durante o período de semar, ele poderá contar com ativos de yield baixo, porém com grande crescimento patrimonial, mas gradualmente, quando vai se aproximando da aposentadoria, ele migrará para ativos de yield maior.

Espero que tenham gostado deste post.

Abraços.

Quando era pequena achava que a bolsa [de valores]… era uma bolsa!

Engraçado o titulo deste post nao é mesmo?!! Mas é verdade, hoje conversando com amigos no trabalho caimos na maior gargalhada quando falei que achava que a bolsa de valores era uma bolsa… quando eu era criança! Deveria ter uns sete anos quando perguntei pro meu avô e ele todo marrudão me falou que não era assunto pra criança, que eu não ia entender!

Poxa, como foi deficitário meu aprendizado financeiro quando criança, acho que isso dá até assunto para outro post!

O intuito hj é mostrar para todos um pouco da história da nossa bolsa, a BOVESPA. Aproveitem!! Informações colhidas no site Portal do Investidor.

As bolsas de valores são instituições administradoras de mercados. No caso brasileiro, a BM&FBOVESPA S/A – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBOVESPA) é a principal bolsa de valores, administrando os mercados de Bolsa e de Balcão Organizado. A diferença entre esses mercados está nas regras de negociação estabelecidas para os ativos registrados em cada um deles. A BM&FBOVESPA também é responsável por administrar o mercado de bolsa de derivativos e de futuros (saiba mais sobre esse assunto na seção “O que é Bolsa de Mercadoria e Futuros“).

As bolsas de valores são também os centros de negociação de valores mobiliários, que utilizam sistemas eletrônicos de negociação para efetuar compras e vendas desses valores. No Brasil, atualmente, as bolsas são organizadas sob a forma de sociedade por ações (S/A), reguladas e fiscalizadas pela CVM. As bolsas têm ampla autonomia para exercer seus poderes de auto-regulamentação sobre as corretoras de valores que nela operam. Todas as corretoras são registradas no Banco Central do Brasil e na CVM.

A principal função de uma bolsa de valores é proporcionar um ambiente transparente e líquido, adequado à realização de negócios com valores mobiliários. Somente através das corretoras, os investidores têm acesso aos sistemas de negociação para efetuarem suas transações de compra e venda desses valores.

Após o recente processo de desmutualização das bolsas de valores no Brasil, o direito de transacionar valores mobiliários em uma bolsa foi desvinculado da propriedade de ações. Anteriormente, apenas as corretoras proprietárias de títulos patrimoniais podiam negociar em Bolsa.

As companhias que têm ações negociadas nas bolsas são chamadas companhias “listadas”. Para ter ações em bolsas, uma companhia deve ser aberta ou pública, o que não significa que pertença ao governo, e sim que o público em geral detém suas ações. A companhia deve, ainda, atender aos requisitos estabelecidos pela Lei das S.A. (Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976) e pelas instruções da CVM, além de obedecer a uma série de normas e regras estabelecidas pelas próprias bolsas.

No passado, o Brasil chegou a ter nove bolsas de valores, mas atualmente a BM&FBOVESPA é a principal. A BM&FBOVESPA foi criada em maio de 2008 com a integração entre Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) e Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), tornando-se a maior bolsa da América Latina, a segunda das Américas e a terceira maior do mundo. Nela são negociados títulos e valores mobiliários, tais como: ações de companhias abertas, títulos privados de renda fixa, derivativos agropecuários (commodities), derivativos financeiros, entre outros valores mobiliários.

Funções das Bolsas de Valores

Os mercados de capitais são mais eficientes em países onde existem bolsas de valores bem estruturadas, transparentes e líquidas. Para que elas desempenhem suas funções, o ambiente de negócios do país tem que ser livre e as regras devem ser claras. Nestes contextos, as bolsas podem beneficiar todos os indivíduos da sociedade e não somente aqueles que detêm ações de companhias abertas. Veja, a seguir, quais são os benefícios gerados pelas bolsas de valores para a economia e a sociedade como um todo:

Levantando capital para negócios – As bolsas de valores fornecem um excelente ambiente para as companhias levantarem capital para expansão de suas atividades através da venda de ações, e outros valores mobiliários, ao público investidor.

Mobilizando poupanças em investimentos - Quando as pessoas investem suas poupanças em ações de companhias abertas, isto leva a uma alocação mais racional dos recursos da economia, porque os recursos - que, de outra forma, poderiam ter sido utilizados no consumo de bens e serviços ou mantidos em contas bancárias - são mobilizados e redirecionados para promover atividades que geram novos negócios, beneficiando vários setores da economia, tais como, agricultura, comércio e indústria, resultando num crescimento econômico mais forte e no aumento do nível de produtividade.

Facilitando o crescimento de companhias - Para uma companhia, as aquisições e/ou fusões de outras empresas são vistas como oportunidades de expansão da linha de produtos, aumento dos canais de distribuição, aumento de sua participação no mercado etc. As bolsas servem como um canal que as companhias utilizam para aumentar seus ativos e seu valor de mercado através da oferta de compra de ações de uma companhia por outra companhia. Esta é a forma mais simples e comum de uma companhia crescer através das aquisições ou fusões. Quando feitas em bolsas, as aquisições e fusões são mais transparentes e permitem uma maior valorização da companhia, pois as informações são mais divulgadas e há uma maior interação dos agentes envolvidos, tanto compradores quanto vendedores.

Redistribuindo a renda - Ao dar a oportunidade para uma grande variedade de pessoas adquirir ações de companhias abertas e, conseqüentemente, de torná-las sócias de negócios lucrativos, o mercado de capitais ajuda a reduzir a desigualdade da distribuição da renda de um país. Ambos os investidores - casuais e profissionais - , através do aumento de preço das ações e da distribuição de dividendos, têm a oportunidade de compartilhar os lucros nos negócios bem sucedidos feitos pelos administradores das companhias.

Aprimorando a Governança Corporativa - A demanda cada vez maior de novos acionistas, as regras cada vez mais rígidas do governo e das bolsas de valores têm levado as companhias a melhorar cada vez mais seus padrões de administração e eficiência. Conseqüentemente, é comum dizer que as companhias abertas são mais bem administradas que as companhias fechadas (companhias cujas ações não são negociadas publicamente e que geralmente pertencem aos fundadores, familiares ou herdeiros ou a um grupo pequeno de investidores). Os princípios de governança corporativa estão, cada vez mais, sendo aceitos e aprimorados.

Criando oportunidades de investimento para pequenos investidores - Diferentemente de outros empreendimentos que necessitam de grandes somas de capital, o investimento em ações é aberto para quaisquer indivíduos, sejam eles grandes ou pequenos investidores. Um pequeno investidor pode adquirir a quantidade de ações que está de acordo com sua capacidade financeira, tornando-se sócio minoritário (mesmo tendo participação percentual ínfima no capital da companhia), sem que tenha que ficar excluído do mercado de capitais apenas por ser pequeno. Desta forma, a bolsa de valores abre a possibilidade de uma fonte de renda adicional para pequenos poupadores.

Atuando como Termômetro da Economia - Na bolsa de valores, os preços das ações oscilam dependendo amplamente das forças do mercado e tendem a acompanhar o ritmo da economia, refletindo seus momentos de retração, estabilidade ou crescimento. Uma recessão, depressão, ou crise financeira pode eventualmente levar a uma queda (ou até mesmo uma quebra) do mercado. Desta forma, o movimento dos preços das ações das companhias e, de forma ampla, os índices de ações são um bom indicador das tendências da economia.

Ajudando no financiamento de projetos sociais – Os governos federal, estadual ou municipal podem contar com as bolsas de valores ao emprestar dinheiro para a iniciativa privada para financiar grandes projetos de infra-estrutura, tais como estradas, portos, saneamento básico ou empreendimentos imobiliários para camadas mais pobres da população. Geralmente, esses tipos de projetos necessitam de grande volume de recursos financeiros, que as empresas ou investidores não teriam condições de levantar sozinhas sem contar com a participação governamental. Os governos, para levantarem recursos, utilizam-se da emissão de títulos públicos. Esses títulos podem ser negociados nas bolsas de valores. O levantamento de recursos privados, por meio da emissão de títulos, elimina a necessidade (pelo menos no curto prazo) dos governos sobretaxarem seus cidadãos e, desta maneira, as bolsas de valores estão ajudando indiretamente no financiamento do desenvolvimento.

História da BM&FBOVESPA

A BMF&BOVESPA foi criada em maio de 2008, após integração entre a Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) e a Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA). Não é possível narrar a sua história sem mencionar, individualmente, os históricos da BOVESPA e da BM&F.

História da Bovespa

 

A Bovespa foi fundada em 23 de agosto de 1890 por Emilio Pestana. Até as reformas do sistema financeiro e do mercado de capitais, implementadas pelo governo no biênio 1965-1966, as bolsas de valores brasileiras eram entidades oficiais corporativas, vinculadas às secretarias de finanças dos governos estaduais e compostas por corretores nomeados pelo poder público.

Após as reformas, as bolsas assumiram a característica institucional que mantêm até hoje, transformando-se em associações civis sem fins lucrativos, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial. A antiga figura individual do corretor de fundos públicos foi substituída pela da sociedade corretora, empresa constituída sob a forma de sociedade por ações nominativas ou por cotas de responsabilidade limitada.

Desde então, a Bovespa vem crescendo e se modernizando, sempre em sintonia com as novas tecnologias e tendências. Até pouco tempo atrás, grande parte dos negócios ainda era realizada através do pregão viva-voz mas, atualmente, todos os negócios com ações e opções são realizados através do sistema Mega Bolsa, implantado em 1997. Em março de 1999, a Bovespa lançou o sistema Home Broker, que permitia que investidores pudessem comprar e/ou vender ações e opções em suas casas através da Internet. Esse sistema foi interligado ao Mega Bolsa e oferecido por uma ampla variedade de corretoras, cada qual com um serviço distinto. O sucesso do Home Broker no Brasil foi total e, em pouco tempo, os pequenos investidores passaram a ter uma maior participação no número e no volume de negócios da Bovespa, tendência que vem crescendo nos últimos anos.

Em 28 de agosto de 2007, a BOVESPA deixou de ser uma instituição sem fins lucrativos e se tornou uma sociedade por ações: a BOVESPA Holding S/A. A BOVESPA Holding possui como subsidiárias integrais a Bolsa de Valores de São Paulo (BVSP) – responsável pelas operações dos mercados de bolsa e de balcão organizado – e a  Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), que presta serviços de liquidação, compensação e custódia.

Em maio de 2008, a BOVESPA foi integrada à BM&F, formando, então, a BM&FBOVESPA S/A.

História da BM&F

Empresários paulistas ligados à exportação, ao comércio e à agricultura criaram, em 26 de outubro de 1917, a Bolsa de Mercadorias de São Paulo, a BMSP. Primeira no Brasil a introduzir operações a termo, ela alcançou, ao longo dos anos, rica tradição na negociação de contratos agropecuários, particularmente café, boi gordo e algodão.

Em julho de 1985, surge a Bolsa Mercantil & de Futuros, a BM&F. Seus pregões começam a funcionar em 31 de janeiro de 1986. Em pouco tempo, ela conquista posição invejável entre as principais commodities exchanges do mundo, negociando contratos futuros, de opções, a termo e a vista, referenciados em índices de ações, ouro, taxas de juros e taxas de câmbio.

Em 9 de maio de 1991, BM&F e BMSP resolvem fundir suas atividades, aliando a tradição de uma ao dinamismo da outra. Surge então a Bolsa de Mercadorias & Futuros – também com a sigla BM&F – cujo objetivo é desenvolver mercados futuros de ativos financeiros, agropecuários e outros.

Em 2007, a BM&F iniciou seu processo de desmutualização e, a partir de 1º de outubro de 2007, a BM&F se tornou uma sociedade por ações com fins lucrativos. Por meio da desmutualização, os direitos patrimoniais dos antigos associados da Companhia foram desvinculados dos Direitos de Acesso, e convertidos em participações acionárias.

Em maio de 2008, a BM&F e a BOVESPA integraram-se, formando, assim, a BM&FBOVESPA S/A.

Viram como é importante nós “pessoas crescidas” ajudarem nossas “crianças” [muitas vezes adultos tbm] a entenderem um pouco da história da Bolsa de verdade!!!!! Achei importante colocar estas informações aqui para que vcs possam tbm se atualizar!.

Ah! E a BM&FBOVESPA está realizando aqui em São Paulo desde 29/04 uma exposição sobre a História do Dinheiro. Acessem.

Abraços,

O que estou lendo? | Resenha: “Como ficar rico sem cortar os cartões de crédito.” (R. Kiyosaki)

01/05/2011 1 comentário

Olá amigos do Tenho que Poupar!!!

 Nossa faz tanto tempo que não passo por aqui… mas olhem desta vez volto com uma resenha super bacana para dividir com vcs minhas atualizações “intelectuais”!!!!!!!!

Estive lendo na semana passada, e detalhe: devorei este livro em apenas 02 dias!!! Pasmem!! É muito interessante a leitura e gostaria que todos tivessem o prazer de ler, porque vale muito a pena!…Então vamos lá :)

 Informações Técnicas

Editora: Campus

Autor: ROBERT T. KYIOSAKI & SHARON L. LECHTER

Origem: Nacional

Ano: 2004

Edição: 9

Número de páginas: 128

Acabamento: Brochura

Formato: Médio

Capitulo 1 – Qual o preço da mesquinharia?

Este primeiro capitulo esclarece que o famoso “jogue fora seus cartões de crédito, gaste menos do que ganha” é para a maioria das pessoas um bom conselho. Mas tudo tem um preço. E o preço de enriquecer sendo avarento nos torna mesquinhos. Segundo os conselhos do pai rico: ” o problemanão está no cartão de crédito – e sim na falta de conhecimentos financeiros da pessoa dona do cartão de crédito”.

Capítulo 2 – Qual é o preço do erro?

Este capitulo é muito engraçado do ponto de vista de quem sempre na infância levou “bomba” no boletim escolar. Eu por exemplo, nunca fui destaque na minha sala, sempre mal na disciplina matemática, inclusive. Porém o autor traz a tona o que muitas pessoas quase nunca se importam: o seu boletim financeiro. Isso mesmo :) O Boletim da Finanças é que te farão ter um futuro considerável. E vc que está lendo este post.. Como está o seu boletim financeiro? Lembre-se: Notas altas contam na escola, já sua demonstração financeira contará e muito na SUA VIDA ADULTA.

Capítulo 3 – Qual o preço da instrução?

Todos já devemos ter ouvido a famosa frase: “Se vc acha que a instrução é dispendiosa, vc deveria tentar provar da ignorância.” E de fato, esta frase é muito bem lembrada neste capitulo em que o autor nos mostra como é importante a instrução na vida de uma pessoa. E levando ao campo das finanças, ratifica que nesta Era da Informação precisamos de mais informações do que já recebemos. Segundo a interpretação da Lei de Moore, a informação e a tecnologia duplicam a sua capacidade a cada 18 meses, o que nos leva a crer que uma informação passada a um ano e meio atras com certeza já foi atualizada, portanto na Era da Informação, o importante não é o que vc aprende, mas com que rapidez vc aprende.

Neste capitulo ele apresenta três tipos de renda e a apresentação de uma demonstração financeira e a preocupação das rendas “ricas” num jogo chamado Cashflow :) E para finalizar, nos informa sobre o quanto podemos perder durante nossa caminhada.

Capitulo 4 – Qual é o preço de se jogar fora o cartão de crédito?

O que há de errado em jogar fora o cartão de crédito? Para o autor, é a mesma coisa que se fazer um regime super radical para perder peso. Durante um mês vc ate consegue, mas depois retorna até ao triplo do peso :(

Temos que conhecer o que seria nossa divida boa e divida ruim. Abordagem que o autor dá explicando sobre estes dois conceitos, informando que a conquista da liberdade financeira está ligada a gestão destas duas dividas que a pessoa esta disposta a pagar o preço. Em resumo: para quem estamos trabalhando?

Em seguida, temos quatro lições básicas e nos agrega muito com relação a economias inteligentes e o preço da instrução que temos que pagar para perder o minimo possivel.

Capítulo 5 – Qual é o verdadeiro montante de nossa dividas?

Antes de empreender o caminho da independencia financeira é necessario ter uma clara ideia do montante de nossas dividas. É apresentado um programa de fluxo de caixa de emergencia d Pai Rico para que possamos tomar consciência das nossas dividas e tbm dicas para assumirmos o controle dele.Fica evidente que precisamos controlar os gastos com a adoção de simples atos.

Capitulo 6 – Qual é o preço da mudança?

Preocupações são válidas quando vc quer iniciar novos investimentos. Perguntas como: “e se o mercado entrar em colapso?; e se eu errar?”… Mas para muitas pessoas este tipo de pergunta são como paralisantes mediante uma ação que poderá determinar seu crescimento financeiro. O ideal é que nós adotemos uma posição de enriquecimentos, que mudemos de meros empregados para excelentes investidores. Não tenho medo de cometer erros. É o medo do fracasso que leva muitas pessoas a fracassar. Analise suas forças e suas fraquezas, saiba exatamente aonde vc deve melhorar para que possa enriquecer de fato.

Conclusão Final – Qual é o preço do conserto de seu boletim financeiro?

“A contabilidade conduz a responsabilidade.” Como vcs já devem lidos em vários lugares, vale e muito fazer seu orçamento pessoal, pois somente assim vc saberá o que deve fazer para atingir sua liberdade financeira :)

Menciona nesta conclusão que encarar os problemas financeiros e resolve-los foi a melhor formação que poderia ter recebido, porque ao se deparar com os erros se tornava responsável pelas suas deficiências.

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É isso aí amigos… Espero que tenham gostado, recomendo a leitura deste livro (super fininho!..) e que deve ser encarado como uma forma de rever “medos” e reformular novos objetivos p/ atingir nossa tão sonhada liberdade financeira.

Abraços.

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