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Você sabe o que um yield?

05/05/2011 1 comentário

Este mês estou  lendo o livro do Paulo Portinho “Quanto custa ficar Rico?” e um dos capíulos que me chamou a atenção diz respeito ao termo [novo para mim] chamado yield (pronuncia-se “íud”). Este livro é muito prático, apresenta conceitos muitos interessantes e importantes para as finanças pessoais e trouxe aqui para nosso blog para entendermos um pouco sobre o termo.

Segundo o autor, Yield é o retorno percentual EM DINHEIRO que um ativo proporciona em determinado período de tempo. A definição trivial diz que o yield é a taxa de retorno de um investimento. Só tem yield o que é remunerado em dinheiro, então o autor esclarece que o aumento da cotaçao das ações, a valorização dos imoveis, o ajuste no principal dos fundos de renda fixa etc. não configuram yield.

Para o investidor, olhar os ativos dessa forma é uma importante abordagem, principalmente para aqueles que, em um determinado momento da vida, vivem da renda que extraem  desses ativos. Seguem alguns exemplos que Portinho deixa para explicitar o assunto:

Qual é o yield do seu automóvel?

Zero! Apesar do valor do seu automóvel entrar como ativo na sua DIRPF, não gera qualquer remuneração em dinheiro.

Qual é o yield de sua carteira de ações?

pegue o quanto recebeu de dinheiro no ano, proveniente de dividendos e juros sobre o capital próprio, e compare com o quanto as ações valiam em 31 de dezembro do ano anterior à medição. Deu, por exemplo, R$3.000,00 para um patrimonio de R$90.000,00? Então o yield foi de 3% ao ano.

O conceito de yield é extremamente importante para guiar a percepção do investidor. Durante o período de semar, ele poderá contar com ativos de yield baixo, porém com grande crescimento patrimonial, mas gradualmente, quando vai se aproximando da aposentadoria, ele migrará para ativos de yield maior.

Espero que tenham gostado deste post.

Abraços.

Por que as pessoas desistem?

Na semana passada acompanhei pelo Twitter a mensagem de despedida do mundo das finanças da Thais Aux, proprietária do blog Hoje eu não comprei. Um dos motivos que ela nos deu é que vida profissional está exigindo muito dela no dia-a-dia e não sobra tempo para postar ou como ela mesma definiu no blog, não se interessa mais pelo assunto. Mas insisto na pergunta do título deste post: por que as pessoas desistem?

O que muitas pessoas esquecem é que dificuldades sempre teremos pelo nosso caminho, seja uma exigência, sobrecarga no trabalho, escola, familia … O que não podemos é deixar que estas exigências façam amenizar aquela chama que algum dia deixamos queimar: a sede de conhecimento, novos relacionamentos ou seja em que campo for.

Aqui no nosso blog por diversas vezes fico longe… como aconteceu no mês de Abril, mas  não desisto nunca dos meus objetivos, o sonho que me move é muito maior que a dificuldade em terminar um post :) Para aqueles que ainda não utilizam da ferramente, uma das coisas que sempre me fazem acreditar numa “luz no fim do tunel” e continuar nesta caminhada (ardua) é assinar os feeds dos blogs que sigo sempre, como o Dinheirama, Valores Reais, Clube do Pai Rico e etc… Sem falar que tem o do HCInvestimentos, Investindo Todo Mês, Efetividade do Jonatas… O blog da Naê, Nossa Vida Nosso Bolso (que meio desatualizado :) … Ou seja, sempre encontro maneiras de me atualizar “financeiramente”, com a ajuda valiosa dos meus amigos de divã!!!! Não se esqueçam que este blog deu inicio a uma terapia financeira que pratico desde o final de 2008 e que tem me ajudado muito em concretizar alguns planos pessoais que tenho.

Nunca desista! Thais, se vc estiver lendo este post, saiba que foi após ler um post no antigo Hoje Não Comprei que tomei coragem em criar este único blog que mantenho vivo na net pra utilizá-lo como um descanso p/ os anseios que crio no di-a-dia.

Poxa fiquei tão impolgada quando vc decidiu hospedar seu blog, dividir com outras meninas seus posts… atualizações! Confesso que me frustei quando vi que vc não estava mais a fim de falar sobre finanças… Dos blogs que eu encontrei no inicio de tudo, foram o seu Hoje eu não comprei, o Cansei de ser pobre (q tbm sumiu um pouquinho).. O Nossa Vida, Nosso Bolso (da Naê)… :(   E snif…. hoje só tem o “clube do bolinha” ( só meninos) sustentando os blogs de finanças…

Vamos lá Hoje Eu não Comprei, vamos dar a volta por cima da rotina, se interesse pelo seu bolso e volte a nos informar, a elevar o QF (quoeficiente financeiro) das pessoas… :) ACREDITAMOS MUITO EM VC!

Vamos lá amiga… não desiste não! Afinal sempre aprendi a falar após alguma tentação: Hoje eu não comprei :)

O que estou lendo? | Resenha: “Como ficar rico sem cortar os cartões de crédito.” (R. Kiyosaki)

01/05/2011 1 comentário

Olá amigos do Tenho que Poupar!!!

 Nossa faz tanto tempo que não passo por aqui… mas olhem desta vez volto com uma resenha super bacana para dividir com vcs minhas atualizações “intelectuais”!!!!!!!!

Estive lendo na semana passada, e detalhe: devorei este livro em apenas 02 dias!!! Pasmem!! É muito interessante a leitura e gostaria que todos tivessem o prazer de ler, porque vale muito a pena!…Então vamos lá :)

 Informações Técnicas

Editora: Campus

Autor: ROBERT T. KYIOSAKI & SHARON L. LECHTER

Origem: Nacional

Ano: 2004

Edição: 9

Número de páginas: 128

Acabamento: Brochura

Formato: Médio

Capitulo 1 – Qual o preço da mesquinharia?

Este primeiro capitulo esclarece que o famoso “jogue fora seus cartões de crédito, gaste menos do que ganha” é para a maioria das pessoas um bom conselho. Mas tudo tem um preço. E o preço de enriquecer sendo avarento nos torna mesquinhos. Segundo os conselhos do pai rico: ” o problemanão está no cartão de crédito – e sim na falta de conhecimentos financeiros da pessoa dona do cartão de crédito”.

Capítulo 2 – Qual é o preço do erro?

Este capitulo é muito engraçado do ponto de vista de quem sempre na infância levou “bomba” no boletim escolar. Eu por exemplo, nunca fui destaque na minha sala, sempre mal na disciplina matemática, inclusive. Porém o autor traz a tona o que muitas pessoas quase nunca se importam: o seu boletim financeiro. Isso mesmo :) O Boletim da Finanças é que te farão ter um futuro considerável. E vc que está lendo este post.. Como está o seu boletim financeiro? Lembre-se: Notas altas contam na escola, já sua demonstração financeira contará e muito na SUA VIDA ADULTA.

Capítulo 3 – Qual o preço da instrução?

Todos já devemos ter ouvido a famosa frase: “Se vc acha que a instrução é dispendiosa, vc deveria tentar provar da ignorância.” E de fato, esta frase é muito bem lembrada neste capitulo em que o autor nos mostra como é importante a instrução na vida de uma pessoa. E levando ao campo das finanças, ratifica que nesta Era da Informação precisamos de mais informações do que já recebemos. Segundo a interpretação da Lei de Moore, a informação e a tecnologia duplicam a sua capacidade a cada 18 meses, o que nos leva a crer que uma informação passada a um ano e meio atras com certeza já foi atualizada, portanto na Era da Informação, o importante não é o que vc aprende, mas com que rapidez vc aprende.

Neste capitulo ele apresenta três tipos de renda e a apresentação de uma demonstração financeira e a preocupação das rendas “ricas” num jogo chamado Cashflow :) E para finalizar, nos informa sobre o quanto podemos perder durante nossa caminhada.

Capitulo 4 – Qual é o preço de se jogar fora o cartão de crédito?

O que há de errado em jogar fora o cartão de crédito? Para o autor, é a mesma coisa que se fazer um regime super radical para perder peso. Durante um mês vc ate consegue, mas depois retorna até ao triplo do peso :(

Temos que conhecer o que seria nossa divida boa e divida ruim. Abordagem que o autor dá explicando sobre estes dois conceitos, informando que a conquista da liberdade financeira está ligada a gestão destas duas dividas que a pessoa esta disposta a pagar o preço. Em resumo: para quem estamos trabalhando?

Em seguida, temos quatro lições básicas e nos agrega muito com relação a economias inteligentes e o preço da instrução que temos que pagar para perder o minimo possivel.

Capítulo 5 – Qual é o verdadeiro montante de nossa dividas?

Antes de empreender o caminho da independencia financeira é necessario ter uma clara ideia do montante de nossas dividas. É apresentado um programa de fluxo de caixa de emergencia d Pai Rico para que possamos tomar consciência das nossas dividas e tbm dicas para assumirmos o controle dele.Fica evidente que precisamos controlar os gastos com a adoção de simples atos.

Capitulo 6 – Qual é o preço da mudança?

Preocupações são válidas quando vc quer iniciar novos investimentos. Perguntas como: “e se o mercado entrar em colapso?; e se eu errar?”… Mas para muitas pessoas este tipo de pergunta são como paralisantes mediante uma ação que poderá determinar seu crescimento financeiro. O ideal é que nós adotemos uma posição de enriquecimentos, que mudemos de meros empregados para excelentes investidores. Não tenho medo de cometer erros. É o medo do fracasso que leva muitas pessoas a fracassar. Analise suas forças e suas fraquezas, saiba exatamente aonde vc deve melhorar para que possa enriquecer de fato.

Conclusão Final – Qual é o preço do conserto de seu boletim financeiro?

“A contabilidade conduz a responsabilidade.” Como vcs já devem lidos em vários lugares, vale e muito fazer seu orçamento pessoal, pois somente assim vc saberá o que deve fazer para atingir sua liberdade financeira :)

Menciona nesta conclusão que encarar os problemas financeiros e resolve-los foi a melhor formação que poderia ter recebido, porque ao se deparar com os erros se tornava responsável pelas suas deficiências.

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É isso aí amigos… Espero que tenham gostado, recomendo a leitura deste livro (super fininho!..) e que deve ser encarado como uma forma de rever “medos” e reformular novos objetivos p/ atingir nossa tão sonhada liberdade financeira.

Abraços.

O investidor é emocional

Há mais de 30 anos trabalhando com psicanálise e há 15 com psicologia econômica, a psicanalista Vera Rita de Mello Ferreira pode dizer com certeza que a grande maioria dos investidores financeiros age com as emoções e não com a razão. Não importa se os investidores são jovens ou velhos, nem a classe social, se eles moram no Brasil ou em qualquer outra parte do mundo, se são muito instruídos ou não – as pessoas funcionam sempre do mesmo jeito. O raciocínio explica por que quem tem muito dinheiro e quem tem pouco tomam as mesmas decisões precipitadas e muitas vezes erradas. Abaixo, trechos da entrevista que Vera Rita concedeu a VOCÊ S/A. 

Como as pessoas tomam decisões financeiras?
Segundo a psicanálise, as decisões são tomadas levando em conta a satisfação imediata. Se a decisão for contrariar os valores da pessoa, a reação normal é ignorar a questão. As decisões são sempre emocionais. O problema é que a realidade não é sob medida. É preciso sempre construir um caminho para chegar ao seu objetivo. 

Como assim? 
Veja o exemplo das pessoas que ganham dinheiro na loteria. Geralmente, elas acabam perdendo toda a grana em pouco tempo. Elas não estavam preparadas para ter este tipo de satisfação. É preciso construir um caminho para levar à satisfação. 

Mas, se todas as decisões são emocionais, é possível mudar esse comportamento?
Não é impossível, mas não é fácil. As pessoas só mudam quando têm uma grande frustração na vida e aprendem com ela quais foram seus erros. Para mudar é preciso trocar ideias
com outras pessoas e ouvir o que elas têm a dizer. Quanto mais longe se está de uma situação, mais clareza se tem dela. 

Então, quem controla suas emoções pode ficar rico?
De certa forma sim. Mas o mais importante é se autoconhecer. É preciso ter tolerância à frustração para admitir que você falhou. Depois, não se pode ter uma autoconfiança exagerada nem ser muito otimista. Em geral, todo mundo acha que é mais capaz
e mais inteligente do que realmente é. 

Todos os investidores são realmente iguais?
Os pesquisadores americanos afirmam que existem os investidores ingênuos, que acham
que tudo vai dar certo dentro do prazo. Mas eles são sempre pegos pela surpresa e descobrem que não conseguiram fazer como queriam. Há outro tipo de investidor, aquele
que adia tudo o que pode. Ele guarda dinheiro para gastar no futuro, mas o futuro
nunca chega. Ele tem tanto autocontrole que não vive o presente. Há ainda os investidores
sofisticados, que sabem que são fracos e fazem várias estratégias para tentar se controlar. É o caso das pessoas que deixam o cartão de crédito em casa para não gastar dinheiro. 

É verdade que as pessoas arriscam perder mais dinheiro quando elas já estão perdendo?
Não existe um perfil de investidor que seja mais ou menos avesso ao risco. O apetite
pelo risco vai depender do contexto. As pessoas fazem qualquer coisa para não perder
dinheiro, até se expor ao risco de perder mais. Se você tem 100% de chance de ganhar
3 000 reais, 80% de chance de ganhar 4 000 reais e 20% de não ganhar nada, o que preferiria? A maior parte das pessoas vai preferir ganhar 3 000 reais. Quando o ganho é certo as pessoas são conservadoras. 

E quando se fala em perdas? 
Se você tem 100% de chance de perder 3 000 reais, 80% de chance de perder 4 000 reais e 20% de chance de não perder nada, o que prefere? As pessoas preferem não perder nada. Todo mundo sempre tem aversão às perdas.

Compras por impulso estão com seus dias contados..

A compra por impulso é uma das ferramentas essenciais para gerar lucro no varejo. Mas a combinação do entusiasmo exagerado pelas compras e as facilidades de pagamento dos dispositivos móveis tem resultado em uma mudança permanente nas aquisições por impulso, já que os telefones permitem novas formas de compras.

Estudo realizado pelo StorefrontBacktalk, site que acompanha questões de tecnologia de varejo, mostra como essas mudanças podem alterar o comportamento de compras indefinidamente. “Pense num filme em que a mocinha veste uma blusa bonitinha. Alguns segundos depois dos créditos finais, o consumidor será capaz de encontrar a blusa e comprá-la pelo celular. Esta necessidade de comprar no calor do momento poderia passar até o consumidor chegar em casa e ter acesso ao computador. Com o dispositivo móvel sempre ligado, no entanto, essa compra pode ser feita instantaneamente e ditadas pelas emoções”, diz o relatório.

“Ou considere uma pessoa em um Metrô que vê alguém rindo em voz alta de um livro. Ela consegue ler o título do livro, fazer uma rápida pesquisa de preço no Amazon.com, baixa a versão virtual da publicação. Ela poderá ler esse mesmo livro poucos minutos depois, a poucas das paradas da estação da casa dela. Esta é uma outra compra de impulso que simplesmente não poderia ter acontecido sem um dispositivo móvel”, analisa o estudo.

Há quem argumente que o celular pode, na verdade, reduzir as compras por impulso. O telefone facilita também a comparação de preços, pesquisas on-line e outras atividades com riqueza de informações, dados que são os inimigos naturais das compras por impulso emocional.

Fonte: Elas e Lucros

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