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Arquivo para a categoria ‘“Auto-Ajuda” Financeira’

Por que as pessoas desistem?

Na semana passada acompanhei pelo Twitter a mensagem de despedida do mundo das finanças da Thais Aux, proprietária do blog Hoje eu não comprei. Um dos motivos que ela nos deu é que vida profissional está exigindo muito dela no dia-a-dia e não sobra tempo para postar ou como ela mesma definiu no blog, não se interessa mais pelo assunto. Mas insisto na pergunta do título deste post: por que as pessoas desistem?

O que muitas pessoas esquecem é que dificuldades sempre teremos pelo nosso caminho, seja uma exigência, sobrecarga no trabalho, escola, familia … O que não podemos é deixar que estas exigências façam amenizar aquela chama que algum dia deixamos queimar: a sede de conhecimento, novos relacionamentos ou seja em que campo for.

Aqui no nosso blog por diversas vezes fico longe… como aconteceu no mês de Abril, mas  não desisto nunca dos meus objetivos, o sonho que me move é muito maior que a dificuldade em terminar um post :) Para aqueles que ainda não utilizam da ferramente, uma das coisas que sempre me fazem acreditar numa “luz no fim do tunel” e continuar nesta caminhada (ardua) é assinar os feeds dos blogs que sigo sempre, como o Dinheirama, Valores Reais, Clube do Pai Rico e etc… Sem falar que tem o do HCInvestimentos, Investindo Todo Mês, Efetividade do Jonatas… O blog da Naê, Nossa Vida Nosso Bolso (que meio desatualizado :) … Ou seja, sempre encontro maneiras de me atualizar “financeiramente”, com a ajuda valiosa dos meus amigos de divã!!!! Não se esqueçam que este blog deu inicio a uma terapia financeira que pratico desde o final de 2008 e que tem me ajudado muito em concretizar alguns planos pessoais que tenho.

Nunca desista! Thais, se vc estiver lendo este post, saiba que foi após ler um post no antigo Hoje Não Comprei que tomei coragem em criar este único blog que mantenho vivo na net pra utilizá-lo como um descanso p/ os anseios que crio no di-a-dia.

Poxa fiquei tão impolgada quando vc decidiu hospedar seu blog, dividir com outras meninas seus posts… atualizações! Confesso que me frustei quando vi que vc não estava mais a fim de falar sobre finanças… Dos blogs que eu encontrei no inicio de tudo, foram o seu Hoje eu não comprei, o Cansei de ser pobre (q tbm sumiu um pouquinho).. O Nossa Vida, Nosso Bolso (da Naê)… :(   E snif…. hoje só tem o “clube do bolinha” ( só meninos) sustentando os blogs de finanças…

Vamos lá Hoje Eu não Comprei, vamos dar a volta por cima da rotina, se interesse pelo seu bolso e volte a nos informar, a elevar o QF (quoeficiente financeiro) das pessoas… :) ACREDITAMOS MUITO EM VC!

Vamos lá amiga… não desiste não! Afinal sempre aprendi a falar após alguma tentação: Hoje eu não comprei :)

O investidor é emocional

Há mais de 30 anos trabalhando com psicanálise e há 15 com psicologia econômica, a psicanalista Vera Rita de Mello Ferreira pode dizer com certeza que a grande maioria dos investidores financeiros age com as emoções e não com a razão. Não importa se os investidores são jovens ou velhos, nem a classe social, se eles moram no Brasil ou em qualquer outra parte do mundo, se são muito instruídos ou não – as pessoas funcionam sempre do mesmo jeito. O raciocínio explica por que quem tem muito dinheiro e quem tem pouco tomam as mesmas decisões precipitadas e muitas vezes erradas. Abaixo, trechos da entrevista que Vera Rita concedeu a VOCÊ S/A. 

Como as pessoas tomam decisões financeiras?
Segundo a psicanálise, as decisões são tomadas levando em conta a satisfação imediata. Se a decisão for contrariar os valores da pessoa, a reação normal é ignorar a questão. As decisões são sempre emocionais. O problema é que a realidade não é sob medida. É preciso sempre construir um caminho para chegar ao seu objetivo. 

Como assim? 
Veja o exemplo das pessoas que ganham dinheiro na loteria. Geralmente, elas acabam perdendo toda a grana em pouco tempo. Elas não estavam preparadas para ter este tipo de satisfação. É preciso construir um caminho para levar à satisfação. 

Mas, se todas as decisões são emocionais, é possível mudar esse comportamento?
Não é impossível, mas não é fácil. As pessoas só mudam quando têm uma grande frustração na vida e aprendem com ela quais foram seus erros. Para mudar é preciso trocar ideias
com outras pessoas e ouvir o que elas têm a dizer. Quanto mais longe se está de uma situação, mais clareza se tem dela. 

Então, quem controla suas emoções pode ficar rico?
De certa forma sim. Mas o mais importante é se autoconhecer. É preciso ter tolerância à frustração para admitir que você falhou. Depois, não se pode ter uma autoconfiança exagerada nem ser muito otimista. Em geral, todo mundo acha que é mais capaz
e mais inteligente do que realmente é. 

Todos os investidores são realmente iguais?
Os pesquisadores americanos afirmam que existem os investidores ingênuos, que acham
que tudo vai dar certo dentro do prazo. Mas eles são sempre pegos pela surpresa e descobrem que não conseguiram fazer como queriam. Há outro tipo de investidor, aquele
que adia tudo o que pode. Ele guarda dinheiro para gastar no futuro, mas o futuro
nunca chega. Ele tem tanto autocontrole que não vive o presente. Há ainda os investidores
sofisticados, que sabem que são fracos e fazem várias estratégias para tentar se controlar. É o caso das pessoas que deixam o cartão de crédito em casa para não gastar dinheiro. 

É verdade que as pessoas arriscam perder mais dinheiro quando elas já estão perdendo?
Não existe um perfil de investidor que seja mais ou menos avesso ao risco. O apetite
pelo risco vai depender do contexto. As pessoas fazem qualquer coisa para não perder
dinheiro, até se expor ao risco de perder mais. Se você tem 100% de chance de ganhar
3 000 reais, 80% de chance de ganhar 4 000 reais e 20% de não ganhar nada, o que preferiria? A maior parte das pessoas vai preferir ganhar 3 000 reais. Quando o ganho é certo as pessoas são conservadoras. 

E quando se fala em perdas? 
Se você tem 100% de chance de perder 3 000 reais, 80% de chance de perder 4 000 reais e 20% de chance de não perder nada, o que prefere? As pessoas preferem não perder nada. Todo mundo sempre tem aversão às perdas.

Compras por impulso estão com seus dias contados..

A compra por impulso é uma das ferramentas essenciais para gerar lucro no varejo. Mas a combinação do entusiasmo exagerado pelas compras e as facilidades de pagamento dos dispositivos móveis tem resultado em uma mudança permanente nas aquisições por impulso, já que os telefones permitem novas formas de compras.

Estudo realizado pelo StorefrontBacktalk, site que acompanha questões de tecnologia de varejo, mostra como essas mudanças podem alterar o comportamento de compras indefinidamente. “Pense num filme em que a mocinha veste uma blusa bonitinha. Alguns segundos depois dos créditos finais, o consumidor será capaz de encontrar a blusa e comprá-la pelo celular. Esta necessidade de comprar no calor do momento poderia passar até o consumidor chegar em casa e ter acesso ao computador. Com o dispositivo móvel sempre ligado, no entanto, essa compra pode ser feita instantaneamente e ditadas pelas emoções”, diz o relatório.

“Ou considere uma pessoa em um Metrô que vê alguém rindo em voz alta de um livro. Ela consegue ler o título do livro, fazer uma rápida pesquisa de preço no Amazon.com, baixa a versão virtual da publicação. Ela poderá ler esse mesmo livro poucos minutos depois, a poucas das paradas da estação da casa dela. Esta é uma outra compra de impulso que simplesmente não poderia ter acontecido sem um dispositivo móvel”, analisa o estudo.

Há quem argumente que o celular pode, na verdade, reduzir as compras por impulso. O telefone facilita também a comparação de preços, pesquisas on-line e outras atividades com riqueza de informações, dados que são os inimigos naturais das compras por impulso emocional.

Fonte: Elas e Lucros

Dívida boa, Dívida ruim

Iniciei neste final de semana a leitura do livro “Dívida boa, dívida ruim” do autor Jon Hanson (caso precisem, tenho o e-book e posso encaminhar a quem necessitar).

Como se deve encarar a dívida? As dívidas são boas ou ruins? As dívidas podem ser uma ferramenta eficaz? Este é um livro para ajudá-lo a elaborar uma filosofia das dívidas, dos gastos e da poupança. Dívida boa, dívida ruim trata dos fundamentos — comprovados ao longo do tempo e, o que é triste, comprovados por devedores. Trata de construir um alicerce para o futuro.

Entre outros aspectos, o livro o faz pensar como é importante você construir uma vida financeira saudável, sem carregar o fardo das dividas. :)

Já fez uma reflexão sobre quanto dinheiro passou por suas mãos nesses anos todos?

Após tomar consciência de que deveria administrar melhor minhas finanças (já que estava sem dinheiro algum), comecei a ler mais sobre o assunto e me deparei com o livro do Reinaldo Domingos – Terapia Financeira. Inclusive se quiserem dar uma olhada no blog direcionado a eles, cliquem na barra ao lado, vale muito aprender!

O livro me mostrou como ir em busca dos meus sonhos e objetivos independente do valor que eu tivesse no momento. :) Futuramente lancerei resenhas deste e outros titulos que eu tenha lido para compartilhar com vocês!!!

O que mais me chamou a atenção ao lê-lo é que eu não fazia idéia de quanto dinheiro já passou por minhas mãos! E em todos esses anos eu nunca havia poupado sequer um centavo. Como todos já devem ter ouvido a “avó” falar: guarde sempre uma parte do que você ganha, mas nunca dei ouvidos. Só após passar por todo o apuro que passei e a enxergar o dinheiro com uma outra ótica é que eu passei a poupar e a descobrir meu padrão de vida.

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