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Arquivo para a categoria ‘Orçamento’

[Você S.A]Dá pra viver com 1500 reais…???

Pagar as contas e ainda poupar com uma renda mensal de até três salários mínimos, o equivalente a 1 530 reais, parece uma missão impossível? A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio de 2009, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatística, mostra que 22% da população brasileira recebe de um a dois salários mínimos e quase 8% embolsam de dois a três salários. Para quem está nesta situação, o planejamento e a disciplina são as palavras de ordem.

“Quem consegue fazer uma boa administração do dinheiro, com os pés na realidade, consegue identifi car o limite de consumo, e isso independe do valor do salário”, diz Elaine Toledo, consultora fi nanceira, de São Paulo. É claro que é preciso adaptar o padrão de consumo à disponibilidade fi nanceira — jantar fora todo fi m de semana, por exemplo, é incompatível com essa renda. “Quanto menor o salário mais minucioso tem de ser o orçamento”, diz Cristiana Dias Baptista, especialista fi nanceira de São Paulo.

Detalhar todas as despesas numa planilha — até mesmo o cafezinho na padaria —, dispensar o cartão de crédito, poupar valores pequenos (20 ou 30 reais) são algumas das lições para quem ganha 1 500 reais. Ao lado, confi ra outras dicas.

NÃO SOBROU QUASE NADA. O QUE FAZER?

Pequenos valores podem ajudar você a pagar as contas e conquistar objetivos no médio e longo prazo. Por isso não deixe de guardar a grana que sobrou. Se economizar 30 reais por mês, durante 12 meses, dá para pagar a parcela do seguro do seu carro, por exemplo. “As pessoas desprezam valores pequenos, mas não percebem que podem fazer da situação um hábito de poupar”, diz Elaine Toledo.

CONTABILIZE TUDO

É importante somar todas as despesas fixas e todas as variáveis para identificar sua capacidade de poupança. O ideal é fazer uma reserva de pelo menos 10% do salário.

CASADO E COM FILHOS

Quem está nessa situação deve fugir do pagamento a prazo. Com um salário curto, além do orçamento bem organizado, é preciso levar em conta os imprevistos com as crianças.

DISPENSE O CARTÃO DE CRÉDITO
Quem tem um salário curto deve cancelar o cartão de crédito. “Com ele você ‘cria’ dinheiro e não percebe os gastos”, diz Cristiana Dias Baptista. Segundo a consultora, é possível economizar 20% do salário ao deixar de usar o cartão de crédito.

DÁ PARA INVESTIR COM POUCO
Não deixe de aplicar o que sobrou, mesmo que a grana seja curta. Hoje, já existem fundos de ações em que é possível começar a investir com apenas 100 reais. “O ideal é que a taxa de administração do fundo não ultrapasse 2%. Se for maior, a poupança e a renda fixa são opções melhores”, diz Elaine Toledo.

SOLTEIRO

Se você ainda não formou uma família, aproveite para fazer uma reserva financeira. Quem tem um salário líquido de 1 500 reais e aplica 10% dele todo mês na poupança (150 reais) acumulará 3 859 reais em 24 meses. Com essa grana você pode investir na sua carreira, fazendo um curso.

SEJA RIGOROSO NOS GASTOS

As despesas com habitação não devem comprometer 30% da renda, ou seja, para quem tem um salário de 1 500 reais, os gastos não devem ultrapassar 450 reais — o que é muito pouco. Portanto, a solução, nesse caso, é dividir a despesa com alguém.

Trace metas para o ano e atinja seus objetivos

Mais um ano se vai e muita gente aproveita janeiro para repensar o orçamento familiar, estabelecer metas e tomar decisões. Mesmo que o dinheiro não esteja sobrando, não se deve desistir facilmente de um objetivo, como realizar uma viagem ao exterior ou fazer melhorias na casa. Especialistas ouvidos pelo site de VEJA apontam que, com algumas mudanças de comportamento, disciplina e uma pitada de sacrifício, o que parecia ser só um sonho de Ano Novo pode muito bem se tornar viável.

A principal recomendação é por em prática algo absolutamente intuitivo, mas nem sempre incorporado ao dia-a-dia: o planejamento. Antes de atingir uma meta, afinal, é preciso não só tê-la em mente, mas como delimitar um roteiro para chegar até ela. Estabeleça primeiramente um prazo para conquistá-la. Feito isso, é preciso começar a controlar o orçamento.

Em uma planilha, anote toda a renda familiar; as despesas fixas, como aluguel e escola; as variáveis, como alimentação e conta de telefone; e as eventuais, como cinema e roupas. Avalie o que é dispensável ou substituível. Faça os ajustes possíveis nas despesas e passe a acompanhá-las mês a mês. A partir deste mapeamento, logo que receber o salário, tente separar o porcentual a ser poupado e adequar o que sobrou às suas despesas, e não o contrário.

Algumas estratégias ajudam na tarefa de administrar o orçamento, como acompanhar os extratos bancários, guardar os comprovantes de pagamento dos cartões de débito e crédito, e conter os saques nos caixas eletrônicos. A riqueza nos detalhes é recomendável: pequenos gastos são difíceis de rastrear e podem consumir uma parte surpreendente da renda.

O professor de economia da Fundação Getúlio Vargas, Evaldo Alves, afirma que algumas mudanças de atitude podem fazer a diferença. “É preciso aprender a comparar e negociar preço, pesquisar promoções e descontos, buscar qualidade sem se preocupar com grife e evitar compras por impulso”, recomenda. Para evitar a tentação de gastar além da medida, faça uma lista de compras antes de ir ao supermercado e tente sair de casa sem o cartão de crédito.

Já o professor de finanças pessoais do Insper, George Ohanian, dá outra importante dica para atingir os resultados esperados: procure fazer com que toda a família esteja comprometida com seu objetivo. “Para que haja comum acordo, pode-se pensar em alternativas como um sistema de recompensas, desde que não seja gasto tudo que foi economizado previamente”, sugere.

A última, mas não menos importante, recomendação é se livrar das dívidas. Os especialistas em finanças pessoais recomendam que os compromissos financeiros não ultrapassem 30% da renda mensal. Em caso de a pessoa já estar endividada, uma saída para ajudar a reduzir seu custo é substituir financiamentos mais caros, como os do cartão de crédito, por outros com taxas de juros menores, como os empréstimos pessoais oferecidos pelos bancos.

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Meu orçamento de Setembro

Hoje iniciei meu orçamento de setembro. Utilizo uma planilha simples e depois jogo tudo no Finance Desktop… mas não perdi a mania de preencher tudo no Excel… Pois bem, no meu orçamento para este mês de Setembro notei que meu custo total projetado está maior em 49,04% do que as minhas receitas projetadas para setembro. Isso quer dizer que se eu saisse comprando tudo que visse na minha frente, teria um prejuizo imenso no final do mês…

O duro é que é dificil ficar sem aquela sandália da Prego que está na promoção neste mês de frio aqui em São Paulo… sem as trufas que compro da Rose no almoço… do Mc Donald’s que sempre as sextas feiras não consigo resistir… daquela limpeza de pele que infelizmente venho adiando a meses… :)

E tudo isso entra no meu orçamento… Se isso se realiza??? Muito raramente… depois que iniciei minha terapia financeira, avalio com muita precisão o que realmente preciso… POr isso que minhas despesas orçadas são maiores que minhas receitas orçadas…. Porque na hora de preencher minha planilha  de orçamento, não economizo em nada :)

Dou sempre prioridade para minha poupança e  para minhas contas fixas (net, faculdade, supermercado…) o que sobra, quando sobra… :( compro aquilo que mais me apeteceu nos últimos meses e que tive de postergar a compra … inclusive lembrei que  tenho que colocar as minhas lentes de contato lá… olha só!!!… Agora é que minhas despesas projetadas vão aumentar em até 80%…

Neste final de semana fui convidada pela Geração Futuro para participar do programa de aniversário da Elas&Lucros aqui no teatro Gazeta em São Paulo. Será as 13hs… a quem for.. até lá!!! E deixarei post sobre este evento! :)

Índices mensais da Poupança

22/07/2010 Comentários desligados

Hoje vasculhando a vasta imensidão da internet, encontrei um site que atualiza mensalmente para os poupancistas as variações da poupança .

Acessem o site http://www.portalbrasil.net/poupanca_mensal.htm e deêm uma olhadinha!

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Por que os brasileiros se endividam?

Li um artigo muito interessante no Portal Exame, vejam:

“O equilíbrio entre o que se ganha e o que se gasta não é alcançado por 68,4% das famílias que ganham até 2.500 reais, conforme aponta a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 elaborada pelo IBGE. O levantamento também revela que as contas são fechadas com alguma dificuldade em três quartos dos lares brasileiros. Frente ao apelo cada vez mais intenso ao consumo, a facilidade do consumidor assumir dívidas se apóia na farta oferta de crédito. O consultor financeiro Mauro Calil explica as causas mais comuns do endividamento e ensina a melhor forma de renegociar as pendências, priorizando investir ao invés de financiar. ”

Vejam o video do consultor financeiro clicando aqui.

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