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Posts Etiquetados ‘escolhas’

Quer ficar rico? Então pense pequeno

Fonte: Aprender a Investir
Por Leandro Tortosa

O brasileiro sempre foi acostumado com prestações: seja para comprar um carro, a tão sonhada casa própria, uma viagem… ou mesmo objetos mais simples.

O pensamento geral é “se couber no orçamento, por que não comprar?” E o que dizer então dos investimentos: conheço gente que só investe o que sobra do suado dinheiro do dia-a-dia na poupança, por acreditar que este é o investimento mais seguro que existe – e eu já adianto, não é.

Tudo isso é herança de uma história marcada pela alta inflação, juros exorbitantes e uma desigual distribuição de renda. Isso nos deixa descrentes com nosso próprio potencial. Quer ver um exemplo?

Tenho uma tia da qual eu gosto muito. Ela costumava dizer que para ser rico ou se ganhava na loteria, ou se nascia rico – ou se casava com alguém muito rico.

Segundo ela, não seria possível fazer riqueza uma vez que sobrava pouco dinheiro ao final do mês. Então, propus a ela um desafio: provaria a ela que com uma pequena quantia investida na coisa certa, sem muito sacrifício, eu mostraria como chegar ao primeiro milhão.

O máximo que ela aceitou guardar seria o valor de R$ 6,00 ao dia, que é seria o equivalente ao que gastava todo final de tarde em uma padaria próxima à sua casa, com guloseimas e lanches. Detalhe que, segundo ela, tem seguido essa rotina diária religiosamente durante os últimos 30 anos.

Vamos às opções:

1) Poupança
O tradicional investimento brasileiro rendeu, nos últimos 30 anos, aproximadamente 4% a.a. já descontada a inflação. Investindo esses R$ 6,00 ao dia (algo como R$ 180,00 ao mês), ela teria alcançado o montante aproximado de R$ 120.000,00. Nada mal, principalmente considerando os R$ 64.800,00 que ela deixou na padaria.

2) Renda Fixa
Nesse investimento, que pagou 6% a.a. acima da inflação em média, ela teria um pouco mais: R$ 171.000,00.

3) Imóveis
Renderam, em São Paulo, próximo de 9% a.a de juros reais. Ganharia R$ 300.000,00. Quase triplicou o montante.

E se investisse no campeão de rendimentos dos últimos 30 anos, segundo a Economática?

4) Ações
Nessa opção cercada de mistérios, que tem o Ibovespa como nosso principal indicador rendendo em média 18% a.a. em termos reais, minha tia – a essa altura já muito brava comigo – teria ganho a surreal quantia de R$ 1.700.000,00.

Daria para ela ter uma boa aposentadoria, não acha?

Meu amigo, minha amiga, a partir de hoje nos encontraremos aqui. Nosso objetivo é o de tornar mais simples e acessível o mundo dos investimentos. Se você vai ficar rico? Isso não sei… só sei dizer que vai passar a viver com muito mais tranqüilidade. Até a próxima!

Será que o cartão de débito ajuda a controlar os gastos??

Hoje navegando pela rede encontrei uma reportagem no site Uol que segue:

O cartão de débito é uma forma de controlar as despesas para 67% dos brasileiros. O resultado é de uma pesquisa realizada pela Visa, que mostrou como os consumidores se comportam em relação aos seus gastos semanais. Cerca de 72% dos entrevistados procuram usar o cartão de débito em vez de dinheiro, sempre que possível. A preferência é justificada pela facilidade de controle dos gastos, uma vez que 79% acreditam que o pagamento de suas despesas com cartão de débito ajuda a mantê-los dentro do orçamento mensal.

A pesquisa mostrou ainda que mais da metade dos brasileiros (53%) acredita que checar os gastos com cartão de débito pela internet ajuda a mantê-los dentro do orçamento.

Maior controle

“Os consumidores estão se tornando cada vez mais conscientes dos benefícios do uso de cartões de débito Visa Eléctron, entendendo que eles podem fornecer uma maneira fácil, eficaz e segura para acessarem seu dinheiro, melhorando a gestão do orçamento e permitindo maior controle sobre seus gastos”, declarou o diretor de produtos da Visa América Latina e Caribe, José Maria Ayuso.

Segundo a companhia, o volume de transações com cartão de débito Visa Electron cresceu 23% no Brasil nos três primeiros meses deste ano. A pesquisa mostra ainda que 40% dos consumidores brasileiros usam seus cartões de débito para despesas pessoais e domésticas e, para 16%, esse é o principal método de pagamento para esse tipo de compras. “

Quero apenas criticar esta matéria pelo fato do uso do cartão de débito não controlar ninguém, uma vez que junto com o valor disponível no débito, temos o famoso limite de crédito que o banco disponibiliza automaticamente quando você fica sem dinheiro no seu cartão de débito para gastar :(  E é esse “plus” que acaba te deixando individado da mesma forma que se tivesse usando o cartão de crédito, por exemplo.

Seja com cartões, cheques, dinheiro, moedas de qualquer tipo, o importante para se controlar é ter a idéia de que o dinheiro não aceita desaforo e que você é tão responsável por ele, quanto pelo futuro que você sonha em ter.

Por isso não perca nunca suas metas para atingir seu objetivo final.

Escolhas…

 Depois que eu desisti (por enquanto) de realizar uma previdência privada, parti para a pesquisa dos melhores fundos para começar meu novo investimento, tendo em vista parte dos meus objetivos para 2010, indo ao encontro do princípio de riqueza que inclui hoje: 

“Ninguém nasce nem perdedor nem vencedor; todo mundo nasce escolhedor.” 

No livro “Dívida boa, dívida ruim”, o autor Jon Hanson nos defini a diferença entre um homem “econo-sábio” e um homem “consumerati“. 

Os Consumerati são especialistas em consumir a qualquer preço. Em maioria, são pessoas bem intencionadas, cujas ambições superam muito sua obediência aos fundamentos da economia. Reagem aos apelos de marketing emocional e quando ficam sem  dinheiro parece-lhes perfeitamente natural usar dívidas ruins ou crédito ao consumidor para pagar seus desejos. Todos temos um pouco de Consumerati dentro de nós. 

  

 

Já o econo-sábio: 

O Econo-sábio, por outro lado, pensa nas conseqüências futuras dos atos de hoje. Se fundirmos economia e prudência, teremos o Econo-sábio — gente que procura tanto a economia quanto a prudência. Os Econo-sábios fazem planos no papel e entendem como a taxa de consumo, o adiamento do prazer de consumo e a ausência de fatos decorrentes do endividamento podem trabalhar em conjunto para criar um estilo de vida prudente. Quanto mais depressa você eliminar o desperdício, baixar a velocidade de consumo e iniciar um programa Econo-sábio, melhor.  

Bem, o que fazemos hoje pode não surtir efeito imediato, mas pode ter consequências drásticas mais tarde. O campo das finanças pessoais é quase uma certeza matemática, até acrescentarmos um elemento: a emoção humana.  A maioria dos seres humanos não toma suas decisões diárias com base numa ponderação tranquila dos riscos e vantagens, a maioria é constituida de seres emocionais que reagem a mensagens vagas ou sem sentido, como “você merece isso, já trabalhou tanto” ou “é só mais uma compra, você já fez outras várias e conseguiu pagar!!”. O que peço é que  não procure o melhor das outras pessoas para a sua vida, procure um projeto criado para a sua própria vida, um plano que seja o melhor para você. :)

Assim viveremos de forma consciente o melhor projeto que fizermos para as nossas vidas.

Eu por exemplo, já li em tantos livros que nos fala para que possamos nos progaramar para a velhice com um bom plano de previdência, mas hoje, analisando a viabilidade de um bom plano, percebi que talvez este caminho “Previdência” nem seja tão bom para mim no momento. Estou em fase de reflexão. agradeço a todos que me deixaram mensagens pela ajuda. Esta também é minha última semana de férias, tanto da faculdade, quanto do trabalho… Tenho poucos dias paara avaliar e tomar decisão,  e sei que sou responsável pelas escolhas. :)

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